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PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DAS DORES

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA

DATA

HORÁRIO

ATIVIDADE

12

sábado

17h Missa com procissão de Ramos
13

domingo

8h30, 11h e 18h30 Missa com procissão de Ramos
14

segunda-feira

6h Tríduo da Penitência – Missa com Ofício das Laudes
15

terça-feira

6h Tríduo da Penitência – Missa com Ofício das Laudes
16

quarta-feira

6h Tríduo da Penitência – Missa com Ofício das Laudes
20h Celebração Penitencial da Reconciliação
17

quinta-feira

20h Missa da Ceia do Senhor com o Lava-pés
18

sexta-feira

07h às 12h Adoração do Santíssimo
15h Celebração da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo
19h30 Via-Sacra, na Paróquia
19

sábado

20h Vigília Pascal
20

domingo

8h30, 11h e 18h30 Missa do Domingo de Páscoa

FELIZ SEMANA SANTA!!!

RETIRO QUARESMAL

A  Comunidade Paroquial teve a oportunidade, no último sábado,  dia 05 de abril de 2014, no Colégio Madre Cecília,  de participal de um retiro espiritual com a presença do nosso do Monsenhor João Luis Fávero e do Padre Augusto.
Todos puderam aproveitar muito, saindo de lá reabastecidos e sentindo-se preparados para a Semana Santa e a Páscoa que se avizinha. Vejam alguns testemunhos de pessoas que participaram do retiro:

Elvira Frattantonio Monsenhor, te agradeço imensamente, pelo dia maravilhoso que passamos, ai no Colégio Madre Cecilia,carregando as nossas baterias. Procurarei ficar conectada sempre, pois só assim não deixarei a “minha peteca cair”

Jocely Otranto Fernandes Monsenhor, estava precisando muito. de um dia como este. Carregou mesmo a minha bateria espiritual como material. Agradeço de todo coração as palavras marivilhosas que disse para nós.O sr. está sempre iluminado pelo Esp. Santo. Parabéns. Abraços carinhosos.”


Palestra sobre a Música Litúrgica nas Missas.

Clayton Dias


No Dia 08 de fevereiro, os cantores que atuam nas liturgias em nossa igreja, tiveram uma palestra com o Maestro Clayton Dias, Regente do Coral da Arquidiocese de Campinas, onde apresentou de forma bem concreta e objetiva o papel da música na liturgia, seus momentos e a forma correta com que se  deve prestar esse serviço, valorizando-a e ajudando a comunidade  reunida a rezar melhor.

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Novo Espaço de Atendimento Paroquial
Secretaria e Sala de Atendimento.

Foi iniciado essa semana de forma efetiva o novo Espaço de Atendimento Paroquial com a Secretaria e a Sala de Atendimento, além da revitalização do quiosque, com ampla reforma e construção de sanitários.

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Missa Jovem 2 – Barzinho de Jesus

PROJETO MISSA JOVEM

Um projeto intitulado Missa-Jovem acaba de ser lançado por nosso Vigário Pe. Augusto.

Esse projeto visa a celebração de uma Missa para os jovens, que o envolva na preparação e na própria liturgia e que, ao mesmo tempo, faça a integração e união, tendo em vista projetos de ação social. Celebrada antes do Barzinho de Jesus, amizade com membros de outras comunidades, poderemos ver crescer espa-ços com que a juventude católica se identifique.

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Festas e provações

Domingo de Ramos – A

13 de Abril de 2014

Monsenhor João Luis Fávero

Mt 21, 1-11 Is 50, 4-7 Sl 21 Fl 2, 6-11 Mt 27, 11-54

Jesus não reage à prisão, porque ali começava a entrega da sua vida em obediência ao projeto do Pai. Ele vive até o fim na debilidade do amor, porque nisto está a força de Deus. A mesma força que pode ser experimentada em quem se decide a não negar a identidade de discípulo.

A celebração do Domingo de Ramos é porta de entrada para as celebrações do Tríduo Pascal — de onde este Domingo ser também denominado “Domingo da Paixão” — a presente reflexão conduz os primeiros passos em direção ao Tríduo Pascal. Neste sentido, propomos três cenários que antecederam a Morte de Jesus: o cenário da prisão, da flagelação e da negação de Pedro.

A morte de Jesus começa na traição de Judas. Muito embora, os líderes religiosos quisessem a morte de Jesus, Judas a facilita com o beijo da traição. Jesus olha Judas de frente com uma pergunta: “amigo, a que viestes?” (Mt 26,50). Uma questão feita aos cristãos que o traem de muitos modos, em todos os tempos e em todos os lugares da terra. Jesus parece lembrar-se do Sl 55 (oração do homem traído): “se a traição viesse de um amigo, eu poderia suportá-la, mas és tu, meu amigo”. E, na outra cena, quando Pedro reage à prisão com a violência de um golpe de espada (Mt 26,51-54), Jesus o repreende, porque seu caminho é o da Cruz e não da violência. Ele não trairia o projeto divino apelando à violência. Jesus não reage à prisão porque ali começava a entrega da sua vida em obediência ao projeto do Pai. Ele vive o projeto divino até o fim, na debilidade do amor; no amor está a força de Deus.

A morte de Jesus é também antecipada na cena da flagelação, quando tentam assassinar sua dignidade e sua identidade messiânica. A cena da flagelação impressiona pela descrição que os evangelistas fazem da serenidade de Jesus diante dos agressores. Do ponto de vista psicológico, a tortura é usada para fragilizar, ferir e matar a personalidade humana. Do ponto de vista teológico, a cena se remete ao cumprimento da profecia de Isaias, na figura do “servo sofredor”. Como o servo de Isaías, Jesus oferece sua face a quem o cobre de insultos e de bofetadas. Entende que a fidelidade a Deus o expõe a todo tipo de ultraje, mesmo não sendo culpado. A intenção da flagelação não é castigá-lo, mas apresentá-lo como um Messias falido pois tal falimento deveria representar a morte de um projeto.

Por fim, na terceira cena, a negação de Pedro. É uma cena que aproxima Pedro de Judas, mas sem o destino de Judas, enforcado numa árvore (Mt 27,5). O coração de Pedro estava unido ao coração de Jesus, fonte e condição de seu arrependimento. Pedro reage negativamente ao ver um Messias que termina derrotado numa Cruz; por isso o nega três vezes (Mt 26,69-75). Com esta cena, o evangelista contrasta a fidelidade do Mestre com a infidelidade do discípulo. Jesus se mantém firme em sua identidade; o discípulo não. Negação e morte se aliam. Mas, é também uma cena que apresenta uma nova oportunidade a Pedro na possibilidade do arrependimento, que se tornou choro orante suplicando o perdão divino. Pedro teve a corajosa humildade de “sair para fora”, deixar o terreno da traição em busca de um local onde pudesse chorar arrependido (Mt 26,75). Mesmo que a fraqueza humana seja grande, Deus sempre oferece uma porta para sair de nossas traições pela porta do arrependimento.

Homilia Pe. Jão Luiz

A verdade de Deus revelada em Jesus – Jo 8,31-42
09 de abril de 2014

Diante da pessoa de Jesus, os judeus se dividiam. Se há os que lhe faziam forte oposição e lhe condenariam à morte, há também os que passaram a crer nele. São estes os destinatários dessa parte do discurso de Jesus. No entanto, esses judeus que passaram a acreditar em Jesus continuam com dificuldade de se abrir ao seu ensinamento e compreender em profundidade a sua mensagem e de viver dessa verdade. A fé de Israel deveria abri-lo à novidade de Deus revelada em Jesus Cristo. Pois a verdade que liberta é a verdade de Deus revelada em Jesus. Essa verdade liberta de uma imagem equivocada e severa de Deus que arranca do coração do ser humano a alegria de viver em Deus. Verdade, aqui, não é movimento do intelecto que busca o acordo entre conceito e realidade, mas algo recebido na fé e que vem da escuta atenta da Palavra encarnada de Deus. É Jesus Cristo, caminho, verdade e vida, que liberta da escravidão causada pelo pecado. É essa verdade recebida como dom que permite ao ser humano não se tornar prisioneiro de sua própria mentalidade, inclusive. Como verdade, ela ilumina e orienta a vida em Deus e para Deus.

Meditação

Os bispos, em Aparecida, nos ajudam a refletir sobre o compromisso com Jesus Cristo: “Necessitamos desenvolver a dimensão missionária da vida de Cristo. A Igreja necessita de uma forte comoção que a impeça de se instalar na comodidade, no estancamento e na indiferença, à margem do sofrimento dos pobres do Continente. Necessitamos que cada comunidade cristã se transforme num poderoso centro de irradiação da vida em Cristo. Esperamos um novo Pentecostes que nos livre do cansaço, da desilusão, da acomodação ao ambiente; esperamos uma vinda do Espírito que renove nossa alegria e nossa esperança. Por isso, é imperioso assegurar calorosos espaços de oração comunitária que alimentem o fogo de um ardor incontido e tornem possível um atrativo testemunho de unidade “para que o mundo creia” (Jo 17,21). “(DAp 362)

Oração

Pai, liberta-me por tua palavra de verdade que afasta o egoísmo do coração, e capacita-me a amar meu semelhante, como amor total, a exemplo de Jesus.

outros textos…

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AULAS DE INFORMÁTICA COM ÊNFASE
PARA A 3ª IDADE

Inicio das aulas 2014
Segunda Feira – Dia 20/01/2014

Aulas as 2ª Feiras e 4ªas feiras

9hs00 às 10hs00 e as 15hs00 às 16hs00

Inscrições na Secretaria da Igreja

Vivemos hoje a era da informática, o avanço da tecnologia trouxe acesso a informação de forma quase instantânea, Em uma sociedade informatizada, é imprescindível o domínio das ferramentas que possibilitam o acesso e a manipulação da informação, pois o computador tornou-se um instrumento para ampliar o pensamento e redefinir a forma de comunicação do ser humano.

No mundo da Informática, não há limite de idade, a informática para terceira idade chegou para trazer benefícios e apresenta-se como uma grande oportunidade de exercitar a mente, a memória, e aumentar sua auto-estima.

Os alunos da informática para terceira idade podem utilizar o computador para diferentes finalidades, por isso ministramos: aulas para comprar produtos ou serviços, aulas para fazer novas amizades, aulas para reencontrar amigos, aulas para conversar com familiares que vivem no exterior, aulas para estudar pela internet ou mesmo realizar pesquisas por lugares que deseja conhecer.

Para cada aluno existe uma necessidade e oportunidade que são esclarecidas em nossas aulas e cursos de informática para terceira idade.

Festas e Provações
Domingo de Ramos – A
13 de Abril de 2014
Mt 21, 1-11 Is 50, 4-7 Sl 21 Fl 2, 6-11 Mt 27, 11-54

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Homilia do dia 05/03/2014
Quarta Feira de Cinzas
Padre Augusto
Homilia do dia 06/04/2014
Padre Augusto

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Livro sobre a Paróquia de

Nossa Senhora das Dores

Campanha da Fraternidade

TRÁFICO DE PESSOAS

Diácono José Antonio Jorge

No dia 5 de março, quarta-feira de cinzas, inicia-se a Quaresma durante a qual estaremos refletindo sobe a Campanha da Fraternidade que este ano trata de um dos assuntos mais sensíveis dos últimos 50 anos das campanhas anteriores: o tráfico de seres humanos como se fossem objetos. A Declaração dos Direitos Humanos, celebrada em 1948, tem como base a preservação da dignidade humana para se construir a liberdade, a justiça e a paz. No mundo, o tráfico humano é a terceira atividade ilegal mais lucrativa, só perde para o tráfico de drogas e de armas. A escravidão, abolida simbolicamente no final do século XIX, continua agindo perversamente no tráfico laboral e sexual. Acrescente-se a estes hediondos crimes o tráfico de órgãos retirados de crianças vivas compradas ou raptadas.

O tema da Campanha deste ano será: “FRATERNIDADE E TRÁFICO HUMANO” e o lema:  “É para a Liberdade que Cristo nos libertou!” (Gl 5,1). Amós – profeta do século 8 a.C. – deixou a vida tranqüila no sul para profetizar no Norte de Israel. Era perseguido pois pregava que o julgamento de Deus não cairia só nas nações pagãs, mas no próprio povo escolhido. Denunciando a injustiça, Amós não deseja a condenação mas conversão do povo. Vejamos sua denúncia: “Vendem por prata o justo, e por um par de sandálias o pobre. Pisam a cabeça dos necessitados como pisam o pó da terra e negam justiça ao oprimido” (2, 6b-7).

Se considerarmos apenas a Europa, o número de pessoas traficadas e exploradas sexualmente por ano ultrapassa a casa de 160 mil mulheres. No Brasil o turismo sexual envolve menores. E esta situação ficará mais vulnerável com a Copa deste ano e as Olimpíadas de 2016, requerendo mais cuidado. Este crime se concretiza facilmente alimentado pelos sonhos de oportunidades das vítimas aliado à falta de escrúpulos de oportunistas gananciosos que buscam o enriquecimento fácil por meio do tráfico humano. Em termos absolutos, o tráfico humano no mundo atinge a estonteante cifra de 21 milhões de vítimas anualmente.

A Campanha da Fraternidade espera contribuir para “maior conscientização,  prevenção e denúncia desta atividade ilegal”. Só a consciência da sociedade e a ação do Estado podem evitar que o tráfico sexual e laboral se espalhem e continue a ferir a dignidade humana.

José Antonio Jorge, Diácono da Arquidiocese de Campinas, é mestre em

Teologia e doutor em Agronomia e autor do Dicionário Informativo Bíblico, Teológico e Litúrgico.

Campanha da Fraternidade

TRÁFICO HUMANO

Vivemos uma era conturbada pela corrupção dos costumes, violência, falta de ética e moral. Tudo isto acrescido do egoísmo, relativismo, consumismo exagerado, mentalidade carpe diem e fuga de compromissos definitivos. Violência sempre houve. Basta compulsar o capítulo 4º. do primeiro livro da Bíblia, Gênesis, onde encontramos o primogênito Caim, um jovem ciumento, invejoso matar seu irmão Abel, preferido por Deus por viver de forma virtuosa e temente ao Criador. Porém, hoje, o grau de perversidade do ser humano parece ultrapassar todos os limites toleráveis. Quando rezamos pedindo saúde, paz, logo acrescentamos ao rol de pedidos, a segurança. O dom mais precioso que recebemos de Deus é a vida, e precisamos zelar por ela desde o momento da concepção até os estertores finais de nossa existência!

O quinto mandamento da Lei de Deus é mais amplo do que se nos parece. Proíbe não só matar, mas tudo o que vá contra o Outro: ódio, inveja, maledicência, fofoca, inimizade, discórdias, brigas, vinganças, lutas, desejar mal a alguém, alegrar-se em ver os outros sofrerem, insultos…Não matamos a carne, mas sim a dignidade!

A Igreja, sempre preocupada com problemas sociais e com a convivência pacífica das pessoas está preparando a Campanha da Fraternidade (CF) 2014, que terá como tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). O Texto Base da CF 2014 estará focado no método: Ver, Julgar e Agir incluindo os seguintes tópicos: 1-) O tráfico humano no contexto da globalização, com foco na mobilidade e trabalho e as formas de enfrentamento ao tráfico humano, 2-) A iluminação no Antigo e Novo Testamento, 3-) Propostas para o enfrentamento do tráfico humano e canais de denúncia e 4-) Histórico e sentido da Campanha da Fraternidade no Brasil.

No mundo urbano cada vez mais cresce o fator violência! Há pessoas que lembram com saudades a ditadura, preferindo sacrificar a liberdade pela segurança! O tráfico humano diz respeito ao uso de pessoas para fins ilícitos. A Campanha da Fraternidade 2014 procura identificar as práticas do tráfico humano em suas diferentes formas e denunciá-las como violação da dignidade humana.

Finalizando, lembro a declaração de Koff Anan, deixando a Secretaria da ONU, após uma gestão de 10 anos: ” com frustração, deixo o mundo mais inseguro, mais faminto, valorizando menos os direitos humanos!”

José Antonio Jorge, Diácono da Arquidiocese de Campinas,

mestre em Teologia e Autor do Dicionário Informativo Bíblico, Teológico e Litúrgico.